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domingo, 13 de novembro de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
terça-feira, 2 de novembro de 2010
botija de sal
Uma Botija de Sal
Lemos em 2 Reis capítulo 2 o relato de um milagre do profeta Eliseu, que nos ensina como nos posicionarmos para o próximo milagre do Reino. Vamos aprender a abrir nossa percepção para o próximo passo em nosso caminhar progressivo com Deus. “Os homens da cidade disseram a Eliseu: Eis que é bem situada esta cidade, como vê o meu senhor, mas as águas são más, e a terra estéril (improdutiva; abortiva). Ele disse: Trazei-me um prato, novo e ponde nele sal. E lho trouxeram. Então saiu ele ao manancial das águas, e deitou sal nele; e disse: Assim diz o Senhor: Tornei saudáveis estas águas; já não procederá daí morte nem esterilidade. Ficaram, pois, saudáveis aquelas águas até ao dia de hoje, segundo a palavra que Eliseu tinha dito (isto aconteceu em Jericó). Então subiu dali a Betel; e, indo ele pelo caminho, uns rapazinhos saíram da cidade, e zombavam dele, e diziam-lhe: Sobe, calvo! Sobe, calvo; Virando-se ele para trás, viu-os e os amaldiçoou em nome do Senhor; então duas ursas saíram do bosque e despedaçaram quarenta e dois deles. Dali foi ele para o monte Carmelo, de onde voltou para Samaria”. (2 Reis 2:19-25).
A cidade de Jericó era uma fortaleza dos sacerdotes nos dias de Cristo e este era o propósito desde o seu estabelecimento. Betel, entretanto, foi um lugar em que frequentemente era oferecida adoração a Baal e outras idolatrias. Eliseu curou as águas de uma cidade dedicada ao sacerdócio e destruiu crianças de outra cidade que era dedicada à adoração a Baal. Aconteceram dois milagres: um caracterizou-se pela grande bênção, restauração e PURIFICAÇÃO para que ocorresse FRUTIFICAÇÃO; o outro foi a destruição de crianças daquele povo (crianças que lhes eram estimadas). Nós estamos vivendo o dia em que Eliseu descreveu como sendo o dia do Reino. O dia do Reino traz uma mistura de bênçãos e de julgamentos na terra.
Os dois primeiros milagres de Eliseu foram respectivamente um milagre de libertação, purificação e restauração e um milagre de julgamento. A história do sal e das ursas. É do milagre de libertação, purificação e restauração que você necessita agora? Quantos dos seus esforços têm sido em vão? Quantos de seus sonhos e visões nascidos de Deus parecem ter abortado? Antes que o fruto amadureça, ele cai no chão. Antes que a visão se materialize, ela se reduz a nada. Isto pode ser algo perturbador. Você já teve profecias e uma verdadeira direção do Senhor sobre sua vida e, no entanto, se viu num impasse a ponto de não poder romper e se sentiu um fracassado? Primeiro você deve amarrar e repreender este espírito abortivo. Então, um fluir puro de Deus surgirá. O ministério de sal que purifica, preserva, sela através da aliança e abre a porta para a frutificação é essencial enquanto os primeiros dias do Reino vêm à luz.
O que Eliseu fez foi altamente simbólico e profético para os dias do Reino. O milagre de que precisamos hoje é Deus nos libertando da esterilidade, de uma coisa abortiva que destrói os nossos esforços em nos movermos na frutificação que Deus tem ordenado. Nos dias do Reino não iremos plantar para que outros comam, mas nós desfrutaremos de todo o nosso trabalho (Isaías 65:22). O que fizermos irá permanecer. Muitos de nós temos trabalhado diligentemente, e, no entanto, não vemos uma plena frutificação dos nossos labores. Não nos vemos nos movendo no que Deus, a princípio, falou a nosso respeito. Não é o propósito de Deus que nós tenhamos apenas um indício do cumprimento de Suas promessas. A colheita encherá toda a terra.
O SAL SIMBOLIZAVA MUITAS COISAS. Era proibido ao povo dar ofertas para o Senhor que não fossem temperadas com sal (Levítico 2:13). Até mesmo no Novo Testamento o Senhor fala do fogo salgado: “Porque cada um será salgado com fogo. Bom é o sal; mas, se o sal vier a tornar-se insípido, como lhe restaurar o sabor? Tende o sal em vós mesmos, e paz uns com os outros” (Marcos 9:49, 50). Aqui está falando de um sacrifício que era queimado e oferecido com sal. Em Números 18:19 Deus faz uma aliança de sal com os levitas. Já 2 Crônicas 13:5 diz que Deus fez uma aliança de sal com Davi, dando-lhe a soberania sobre Israel.
Não há um significado único para o sal. O sal era o símbolo usado para se firmar alianças, para a consagração no início de um relacionamento e era usado em sacrifícios. Era, portanto, o sinal de um compromisso de Deus com o Seu povo de que Ele cumpriria Suas promessas a respeito deles e era usado quando duas pessoas faziam acordo uma com a outra. Uma aliança de sal tinha que ser perfeita. Sal, muitas vezes, simbolizava um julgamento de correção com que Deus preparava o coração dos Seus filhos para coisas melhores. Ele era um símbolo e um sinal de bênção sobre a dedicação de alguém.
Deus diz: “Vós sois o sal da terra” (Mateus 5:13a). “Vocês têm sal em si mesmos, mas se o sal se tornar insípido, para nada servirá. Ele será lançado no lixo” (Lucas 14:34-35). Nem mesmo para a terra ele servirá! Não terá nenhum proveito. Através dos tratamentos e da disciplina que Deus traz sobre sua vida, Ele está preparando a sua submissão e dedicação a Ele. A garantia de que as águas estéreis, que brotam da fonte do seu coração, serão curadas está na abertura do seu coração para Ele. Quando o profeta Eliseu derramou sal sobre as águas de Jericó, isto teve um significado espiritual profundo. Deus está fazendo o mesmo com você, mesmo que você não perceba. Você pode pensar que Deus esteja usando o sal para esfregar sobre suas feridas, mas o sal não é para as suas feridas, mas sim para garantir frutificação futura. Deus está fazendo uma aliança com você. Se o Senhor não lhe amasse, Ele não trataria com você desta forma (Hebreus 12:4-13). Os tratamentos de Deus conosco são para garantir um futuro fértil.
As várias utilidades do sal é algo espantoso. Eu me lembro de ter lido um livro contendo 1.600 diferentes usos do sal. Alguns deles eram muito estranhos. Por muito tempo o sal foi usado para a preservação e também como desinfetante. Depois que os romanos espancavam uma pessoa, eles esfregavam o sal nos ferimentos. Aquela era uma atitude cruel, mas o sal diminuía o risco de uma infecção.
As terras de Jericó eram estéreis porque as fontes das águas que nasciam debaixo da cidade eram más. Por que uma árvore é abortiva em sua natureza? Por que seus frutos caem quando ainda são verdes? Deus fez a árvore para que produza frutos, então deve haver alguma doença no solo, na água ou nas circunstâncias que impedem o surgimento do fruto em sua plena maturidade. Por que os esforços da Igreja têm abortado? Por que nós temos semeado tanto e colhido pouco? Por que temos trabalhado para pormos o nosso dinheiro numa sacola furada? Por que ao esperarmos muito o Senhor com um assopro o reduz a tão pouco? (Ageu 1:6-9).
A falta de dedicação e as raízes de muitas coisas estão em nossos corações. Satanás sabe como usar as fraquezas em nossos corações para abortar os verdadeiros resultados que poderíamos obter. Os tratamentos de Deus sobre você hoje são os tratamentos de sal. São o começo de um tratamento que será profundo e drástico em sua natureza para que o futuro seja garantido e a fertilidade venha à luz. Deus não permitirá uma infecção em seu espírito que venha mais tarde derrubar o fruto ou levar o processo de frutificação ao aborto. Você não irá carregar dentro do seu coração a semente de suas derrotas futuras, nem tampouco as raízes, em sua natureza, daquilo que poderia se levantar como espinhos para sufocar a Palavra. Você não irá carregar dentro de si uma reação escondida, uma abertura para a velha vida carnal, ou para um contato ou laço com o pecado. Isto poderia destruir tudo o que foi alcançado em Deus através dos anos no momento em que você atinge o ponto de estar pronto para realmente obter algo tremendo de Deus: a frutificação no Reino.
O Reino de Deus começa com Cristo removendo toda ofensa das nossas vidas: “Eu vos batizo em água, à vista de arrependimento; mas aquele que vem depois de mim é mais poderoso do que eu, cujas sandálias não sou digno de levar. Ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo. A sua pá ele a tem na mão, e limpará completamente a sua eira; recolherá o seu trigo no celeiro, mas queimará a palha em fogo inextinguível” (Mateus 3:11, 12). Podemos nem mesmo estar conscientes do motivo de Seus tratamentos conosco. Mas Seus profundos tratamentos alcançam o mais interior do nosso ser, para que as causas da esterilidade e da não frutificação sejam removidas.
Nos dias por vir, os nossos esforços não serão sem efeito. A eficácia da nossa palavra e ministério será maior. Deus não está tratando com uma unção que diminui. Ele está trazendo uma experiência e uma unção que cresce dia a dia. Enquanto antes nós trabalhávamos muito e a longo prazo obtínhamos poucos resultados, hoje um pequeno esforço traz à luz muitos frutos. Há uma maior plenitude surgindo e nós estamos só começando.
O sal foi colocado na nascente de águas e a cidade começa a renascer. Bebês estão vindo à luz. As árvores e os pomares estão florescendo. Os rebanhos reproduzem abundantemente. Ouve-se o grito das ovelhinhas, enquanto saltam pelos campos e o som do gado e dos bezerros mamando. O que ocasionou toda esta fertilidade? A cura das fontes das águas. As obras de corrupção do homem foram removidas e agora a vida pode ser mantida. O dia da frutificação chegou porque a fonte pura está fluindo. O início do Reino é caracterizado por uma aliança de sal que tornam puros os mananciais, as fontes que brotam do coração e espírito humano (Mateus 15:18-20). Esta é a chave para a fertilidade. Vamos andar nisto. Vamos clamar a Deus para que Ele purifique as fontes dos nossos corações: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida” (Provérbios 4:23). Estes são dias em que as puras águas de Jericó (a morada dos sacerdotes) fluem. Dias de fertilidade e unção. Veremos o fruto do nosso trabalho. Vamos semear e colher em abundância. Estes são dias em que a terra se encherá do conhecimento do Senhor.
Há um profundo arrependimento vindo sobre nós nestes dias. Um arrependimento que anseia crer em Deus. Um arrependimento que precede o derramar do Espírito, os dias de restauração, refrigério e frutificação (Atos 3:19-21). Nós lançaremos fora toda coisa abominável que poderia nos derrotar. Deus está criando tamanho amor pela justiça dentro dos nossos corações, que teremos aversão a tudo o que desagrade a Deus.
Senhor, nós elevamos os nossos corações a Ti em profundo arrependimento. Purifica-nos, Senhor, de toda iniquidade. Purifica-nos com hissopo, e ficaremos limpos. Avive as profundezas do nosso ser e faz de nós o Teu povo santo e justo. Sabemos que a justiça não é obtida por esforço próprio, mas por estendermo-nos a Ti, com fome e sede por ela. Perdoa-nos e purifica-nos de toda injustiça na nossa mente e pensamento. Derrube tudo o que glorifica a si mesmo e não ao Senhor, e permita que os nossos corações focalizem somente em Ti. Pai, nós sujeitamos tudo o que há dentro do nosso ser aos Teus tratamentos, para que nos tornemos vasos de honra para Ti. Recusamo-nos a carregar nos nossos corações as sementes das derrotas futuras. Seremos um povo que caminhará com o Senhor com toda GRAÇA.
Oh, Senhor, nós firmamos Contigo uma aliança de sal. Nós apresentamos os nossos sacrifícios temperados com sal. Chegamo-nos diante de Ti com o propósito de rejeitar toda corrupção e sermos purificados de tudo dentro de nós que, de alguma forma, pudesse corromper o fluir da Tua palavra criativa através de nós.
Lemos em 2 Reis capítulo 2 o relato de um milagre do profeta Eliseu, que nos ensina como nos posicionarmos para o próximo milagre do Reino. Vamos aprender a abrir nossa percepção para o próximo passo em nosso caminhar progressivo com Deus. “Os homens da cidade disseram a Eliseu: Eis que é bem situada esta cidade, como vê o meu senhor, mas as águas são más, e a terra estéril (improdutiva; abortiva). Ele disse: Trazei-me um prato, novo e ponde nele sal. E lho trouxeram. Então saiu ele ao manancial das águas, e deitou sal nele; e disse: Assim diz o Senhor: Tornei saudáveis estas águas; já não procederá daí morte nem esterilidade. Ficaram, pois, saudáveis aquelas águas até ao dia de hoje, segundo a palavra que Eliseu tinha dito (isto aconteceu em Jericó). Então subiu dali a Betel; e, indo ele pelo caminho, uns rapazinhos saíram da cidade, e zombavam dele, e diziam-lhe: Sobe, calvo! Sobe, calvo; Virando-se ele para trás, viu-os e os amaldiçoou em nome do Senhor; então duas ursas saíram do bosque e despedaçaram quarenta e dois deles. Dali foi ele para o monte Carmelo, de onde voltou para Samaria”. (2 Reis 2:19-25).
A cidade de Jericó era uma fortaleza dos sacerdotes nos dias de Cristo e este era o propósito desde o seu estabelecimento. Betel, entretanto, foi um lugar em que frequentemente era oferecida adoração a Baal e outras idolatrias. Eliseu curou as águas de uma cidade dedicada ao sacerdócio e destruiu crianças de outra cidade que era dedicada à adoração a Baal. Aconteceram dois milagres: um caracterizou-se pela grande bênção, restauração e PURIFICAÇÃO para que ocorresse FRUTIFICAÇÃO; o outro foi a destruição de crianças daquele povo (crianças que lhes eram estimadas). Nós estamos vivendo o dia em que Eliseu descreveu como sendo o dia do Reino. O dia do Reino traz uma mistura de bênçãos e de julgamentos na terra.
Os dois primeiros milagres de Eliseu foram respectivamente um milagre de libertação, purificação e restauração e um milagre de julgamento. A história do sal e das ursas. É do milagre de libertação, purificação e restauração que você necessita agora? Quantos dos seus esforços têm sido em vão? Quantos de seus sonhos e visões nascidos de Deus parecem ter abortado? Antes que o fruto amadureça, ele cai no chão. Antes que a visão se materialize, ela se reduz a nada. Isto pode ser algo perturbador. Você já teve profecias e uma verdadeira direção do Senhor sobre sua vida e, no entanto, se viu num impasse a ponto de não poder romper e se sentiu um fracassado? Primeiro você deve amarrar e repreender este espírito abortivo. Então, um fluir puro de Deus surgirá. O ministério de sal que purifica, preserva, sela através da aliança e abre a porta para a frutificação é essencial enquanto os primeiros dias do Reino vêm à luz.
O que Eliseu fez foi altamente simbólico e profético para os dias do Reino. O milagre de que precisamos hoje é Deus nos libertando da esterilidade, de uma coisa abortiva que destrói os nossos esforços em nos movermos na frutificação que Deus tem ordenado. Nos dias do Reino não iremos plantar para que outros comam, mas nós desfrutaremos de todo o nosso trabalho (Isaías 65:22). O que fizermos irá permanecer. Muitos de nós temos trabalhado diligentemente, e, no entanto, não vemos uma plena frutificação dos nossos labores. Não nos vemos nos movendo no que Deus, a princípio, falou a nosso respeito. Não é o propósito de Deus que nós tenhamos apenas um indício do cumprimento de Suas promessas. A colheita encherá toda a terra.
O SAL SIMBOLIZAVA MUITAS COISAS. Era proibido ao povo dar ofertas para o Senhor que não fossem temperadas com sal (Levítico 2:13). Até mesmo no Novo Testamento o Senhor fala do fogo salgado: “Porque cada um será salgado com fogo. Bom é o sal; mas, se o sal vier a tornar-se insípido, como lhe restaurar o sabor? Tende o sal em vós mesmos, e paz uns com os outros” (Marcos 9:49, 50). Aqui está falando de um sacrifício que era queimado e oferecido com sal. Em Números 18:19 Deus faz uma aliança de sal com os levitas. Já 2 Crônicas 13:5 diz que Deus fez uma aliança de sal com Davi, dando-lhe a soberania sobre Israel.
Não há um significado único para o sal. O sal era o símbolo usado para se firmar alianças, para a consagração no início de um relacionamento e era usado em sacrifícios. Era, portanto, o sinal de um compromisso de Deus com o Seu povo de que Ele cumpriria Suas promessas a respeito deles e era usado quando duas pessoas faziam acordo uma com a outra. Uma aliança de sal tinha que ser perfeita. Sal, muitas vezes, simbolizava um julgamento de correção com que Deus preparava o coração dos Seus filhos para coisas melhores. Ele era um símbolo e um sinal de bênção sobre a dedicação de alguém.
Deus diz: “Vós sois o sal da terra” (Mateus 5:13a). “Vocês têm sal em si mesmos, mas se o sal se tornar insípido, para nada servirá. Ele será lançado no lixo” (Lucas 14:34-35). Nem mesmo para a terra ele servirá! Não terá nenhum proveito. Através dos tratamentos e da disciplina que Deus traz sobre sua vida, Ele está preparando a sua submissão e dedicação a Ele. A garantia de que as águas estéreis, que brotam da fonte do seu coração, serão curadas está na abertura do seu coração para Ele. Quando o profeta Eliseu derramou sal sobre as águas de Jericó, isto teve um significado espiritual profundo. Deus está fazendo o mesmo com você, mesmo que você não perceba. Você pode pensar que Deus esteja usando o sal para esfregar sobre suas feridas, mas o sal não é para as suas feridas, mas sim para garantir frutificação futura. Deus está fazendo uma aliança com você. Se o Senhor não lhe amasse, Ele não trataria com você desta forma (Hebreus 12:4-13). Os tratamentos de Deus conosco são para garantir um futuro fértil.
As várias utilidades do sal é algo espantoso. Eu me lembro de ter lido um livro contendo 1.600 diferentes usos do sal. Alguns deles eram muito estranhos. Por muito tempo o sal foi usado para a preservação e também como desinfetante. Depois que os romanos espancavam uma pessoa, eles esfregavam o sal nos ferimentos. Aquela era uma atitude cruel, mas o sal diminuía o risco de uma infecção.
As terras de Jericó eram estéreis porque as fontes das águas que nasciam debaixo da cidade eram más. Por que uma árvore é abortiva em sua natureza? Por que seus frutos caem quando ainda são verdes? Deus fez a árvore para que produza frutos, então deve haver alguma doença no solo, na água ou nas circunstâncias que impedem o surgimento do fruto em sua plena maturidade. Por que os esforços da Igreja têm abortado? Por que nós temos semeado tanto e colhido pouco? Por que temos trabalhado para pormos o nosso dinheiro numa sacola furada? Por que ao esperarmos muito o Senhor com um assopro o reduz a tão pouco? (Ageu 1:6-9).
A falta de dedicação e as raízes de muitas coisas estão em nossos corações. Satanás sabe como usar as fraquezas em nossos corações para abortar os verdadeiros resultados que poderíamos obter. Os tratamentos de Deus sobre você hoje são os tratamentos de sal. São o começo de um tratamento que será profundo e drástico em sua natureza para que o futuro seja garantido e a fertilidade venha à luz. Deus não permitirá uma infecção em seu espírito que venha mais tarde derrubar o fruto ou levar o processo de frutificação ao aborto. Você não irá carregar dentro do seu coração a semente de suas derrotas futuras, nem tampouco as raízes, em sua natureza, daquilo que poderia se levantar como espinhos para sufocar a Palavra. Você não irá carregar dentro de si uma reação escondida, uma abertura para a velha vida carnal, ou para um contato ou laço com o pecado. Isto poderia destruir tudo o que foi alcançado em Deus através dos anos no momento em que você atinge o ponto de estar pronto para realmente obter algo tremendo de Deus: a frutificação no Reino.
O Reino de Deus começa com Cristo removendo toda ofensa das nossas vidas: “Eu vos batizo em água, à vista de arrependimento; mas aquele que vem depois de mim é mais poderoso do que eu, cujas sandálias não sou digno de levar. Ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo. A sua pá ele a tem na mão, e limpará completamente a sua eira; recolherá o seu trigo no celeiro, mas queimará a palha em fogo inextinguível” (Mateus 3:11, 12). Podemos nem mesmo estar conscientes do motivo de Seus tratamentos conosco. Mas Seus profundos tratamentos alcançam o mais interior do nosso ser, para que as causas da esterilidade e da não frutificação sejam removidas.
Nos dias por vir, os nossos esforços não serão sem efeito. A eficácia da nossa palavra e ministério será maior. Deus não está tratando com uma unção que diminui. Ele está trazendo uma experiência e uma unção que cresce dia a dia. Enquanto antes nós trabalhávamos muito e a longo prazo obtínhamos poucos resultados, hoje um pequeno esforço traz à luz muitos frutos. Há uma maior plenitude surgindo e nós estamos só começando.
O sal foi colocado na nascente de águas e a cidade começa a renascer. Bebês estão vindo à luz. As árvores e os pomares estão florescendo. Os rebanhos reproduzem abundantemente. Ouve-se o grito das ovelhinhas, enquanto saltam pelos campos e o som do gado e dos bezerros mamando. O que ocasionou toda esta fertilidade? A cura das fontes das águas. As obras de corrupção do homem foram removidas e agora a vida pode ser mantida. O dia da frutificação chegou porque a fonte pura está fluindo. O início do Reino é caracterizado por uma aliança de sal que tornam puros os mananciais, as fontes que brotam do coração e espírito humano (Mateus 15:18-20). Esta é a chave para a fertilidade. Vamos andar nisto. Vamos clamar a Deus para que Ele purifique as fontes dos nossos corações: “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida” (Provérbios 4:23). Estes são dias em que as puras águas de Jericó (a morada dos sacerdotes) fluem. Dias de fertilidade e unção. Veremos o fruto do nosso trabalho. Vamos semear e colher em abundância. Estes são dias em que a terra se encherá do conhecimento do Senhor.
Há um profundo arrependimento vindo sobre nós nestes dias. Um arrependimento que anseia crer em Deus. Um arrependimento que precede o derramar do Espírito, os dias de restauração, refrigério e frutificação (Atos 3:19-21). Nós lançaremos fora toda coisa abominável que poderia nos derrotar. Deus está criando tamanho amor pela justiça dentro dos nossos corações, que teremos aversão a tudo o que desagrade a Deus.
Senhor, nós elevamos os nossos corações a Ti em profundo arrependimento. Purifica-nos, Senhor, de toda iniquidade. Purifica-nos com hissopo, e ficaremos limpos. Avive as profundezas do nosso ser e faz de nós o Teu povo santo e justo. Sabemos que a justiça não é obtida por esforço próprio, mas por estendermo-nos a Ti, com fome e sede por ela. Perdoa-nos e purifica-nos de toda injustiça na nossa mente e pensamento. Derrube tudo o que glorifica a si mesmo e não ao Senhor, e permita que os nossos corações focalizem somente em Ti. Pai, nós sujeitamos tudo o que há dentro do nosso ser aos Teus tratamentos, para que nos tornemos vasos de honra para Ti. Recusamo-nos a carregar nos nossos corações as sementes das derrotas futuras. Seremos um povo que caminhará com o Senhor com toda GRAÇA.
Oh, Senhor, nós firmamos Contigo uma aliança de sal. Nós apresentamos os nossos sacrifícios temperados com sal. Chegamo-nos diante de Ti com o propósito de rejeitar toda corrupção e sermos purificados de tudo dentro de nós que, de alguma forma, pudesse corromper o fluir da Tua palavra criativa através de nós.
domingo, 17 de outubro de 2010
Nossa Adoração
NOSSA ADORAÇÃO
Nesta lição estudaremos alguns pensamentos a respeito da nossa adoração ao Senhor. Em cada fase da vida, descobrimos que os homens têm uma sistemática para as suas ações. Eles edificam hábitos que são construtivos. Todos nós planejamos comer em intervalos regulares, temos certas horas para trabalhar e certo tempo para dormir. Todavia, nossa adoração e culto ao Senhor nosso Deus são, muitas vezes, espasmódicos e dependentes dos caprichos do momento.
Deve entristecer o Senhor o fato de que o momento mais importante de nossas vidas é, muitas vezes, neglicenciado,e, algumas vezes, inteiramente esquecido.
Uma fonte de bênção para todo filho de Deus é estabelecer uma sistemática para sua vida devocional. A Palavra de Deus nos admoesta a investir tempo em nos tornarmos santos. Daniel recebeu muitas revelações maravilhosas e visões de Deus e sua vida de oração era diligente porque três vezes ao dia ele orava.
Todas as verdades destas lições podem não ter benefício nenhum, a não ser que, diariamente, tenhamos um tempo para encontrar com nosso Pai no secreto da oração e ali comungar com Ele.
Nossos estudos sobre a Palavra de Deus também, muitas vezes, são deixados aos nossos caprichos. Se pudéssemos planejar ler uma porção da Bíblia diariamente, após um período de oração, descobriríamos que o Espírito Santo de Deus abriria as Escrituras para os nossos corações e estas bênçãos se tornariam uma realidade em nossas vidas.
Outro hábito a ser cultivado é o de ações de graças. Devemos tentar parar e agradecer a Deus por todas as bênçãos que Ele traz às nossas vidas.
Poucos cristãos hoje apreciam plenamente o privilégio da oração. Nos tempos antigos, lemos que os homens traziam ao Tabernáculo ou ao Templo as ofertas de sacrifício pelos seus pecados, e, ali, eles precisavam de ter um homem santo, um sacerdote que levasse suas ofertas ao Senhor. Os homens não podiam chegar a Deus ousadamente, por causa do pecado em seu coração. No Templo havia um longo véu (às vezes chamado cortina), que separava o Lugar Santo do Santo dos Santos. Dentro do Santo dos Santos estava a Arca da Aliança, que representava a Presença de Deus. Ninguém tinha acesso a Deus, exceto o Sumo Sacerdote, que podia entrar no Santo dos Santos um dia por ano, para fazer expiação pelos pecados do povo de Deus. Entretanto, quando Jesus morreu, lemos que tudo isto foi mudado.
"E Jesus, chamando outra vez com grande voz, entregou o espírito. Eis que o véu do santuário se rasgou em duas partes, de alto a baixo: tremeu a terra, fenderam-se as rochas," - Mateus 27:50-51.
Quando Jesus morreu na cruz, Ele morreu para nos dar uma vez mais o acesso ao trono de Deus que a humanidade perdeu pelo pecado. Que maravilhosa oportunidade do cristão! Agora, pelo nome de Jesus, nós podemos chegar a Deus, não com medo e temendo que o julgamento de Deus caia sobre nós pelas nossas iniqüidades, mas com confiança e fé, sabendo que Jesus morreu para nos dar acesso a Deus. Jesus foi um tipo daquele sacerdote, Sumo Sacerdote do Velho Testamento, que entrava no Santo dos Santos uma vez por ano no dia da expiação.
"Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote que penetrou os céus, conservemos firmes a nossa confissão. Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, antes foi ele tentado em todas as cousas, à nossa semelhança, mas sem pecado. ACHEGUEMO-NOS, PORTANTO, CONFIANTEMENTE, JUNTO AO TRONO DA GRAÇA, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna" - Hebreus 4:14-16.
Quando Jesus, nosso Sumo Sacerdote, morreu na cruz, o véu no Templo foi rasgado. Deus o rasgou de cima a baixo e agora todos podemos entrar diretamente na presença de Deus, sem o véu separando o Pai:
"Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne, e tendo grande sacerdote sobre a casa de Deus, aproximemo-nos com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo os corações purificados de má consciência, e lavado o corpo com água pura" - Hebreus 10:19-22.
Vemos, por esta passagem da Bíblia, que através de Jesus Cristo, de Sua morte na cruz, somos impelidos a chegar ousadamente ao grande Deus dos céus e da terra, para que possamos receber graça para nos ajudar em tempo de necessidade. As bênçãos da Palavra de Deus são nossas através do nome de Jesus (Atos 4:12). Só Ele é a nossa fonte para Deus.
Numa lição anterior tivemos algumas das promessas através do nome de Jesus em oração. Vamos rever três delas aqui:
"E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho" - João 14:13.
"Se me pedirdes alguma cousa em meu nome, eu o farei" - João 14:14.
"Respondeu-lhes Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" - João 14:6.
Nesta lição estudaremos alguns pensamentos a respeito da nossa adoração ao Senhor. Em cada fase da vida, descobrimos que os homens têm uma sistemática para as suas ações. Eles edificam hábitos que são construtivos. Todos nós planejamos comer em intervalos regulares, temos certas horas para trabalhar e certo tempo para dormir. Todavia, nossa adoração e culto ao Senhor nosso Deus são, muitas vezes, espasmódicos e dependentes dos caprichos do momento.
Deve entristecer o Senhor o fato de que o momento mais importante de nossas vidas é, muitas vezes, neglicenciado,e, algumas vezes, inteiramente esquecido.
Uma fonte de bênção para todo filho de Deus é estabelecer uma sistemática para sua vida devocional. A Palavra de Deus nos admoesta a investir tempo em nos tornarmos santos. Daniel recebeu muitas revelações maravilhosas e visões de Deus e sua vida de oração era diligente porque três vezes ao dia ele orava.
Todas as verdades destas lições podem não ter benefício nenhum, a não ser que, diariamente, tenhamos um tempo para encontrar com nosso Pai no secreto da oração e ali comungar com Ele.
Nossos estudos sobre a Palavra de Deus também, muitas vezes, são deixados aos nossos caprichos. Se pudéssemos planejar ler uma porção da Bíblia diariamente, após um período de oração, descobriríamos que o Espírito Santo de Deus abriria as Escrituras para os nossos corações e estas bênçãos se tornariam uma realidade em nossas vidas.
Outro hábito a ser cultivado é o de ações de graças. Devemos tentar parar e agradecer a Deus por todas as bênçãos que Ele traz às nossas vidas.
Poucos cristãos hoje apreciam plenamente o privilégio da oração. Nos tempos antigos, lemos que os homens traziam ao Tabernáculo ou ao Templo as ofertas de sacrifício pelos seus pecados, e, ali, eles precisavam de ter um homem santo, um sacerdote que levasse suas ofertas ao Senhor. Os homens não podiam chegar a Deus ousadamente, por causa do pecado em seu coração. No Templo havia um longo véu (às vezes chamado cortina), que separava o Lugar Santo do Santo dos Santos. Dentro do Santo dos Santos estava a Arca da Aliança, que representava a Presença de Deus. Ninguém tinha acesso a Deus, exceto o Sumo Sacerdote, que podia entrar no Santo dos Santos um dia por ano, para fazer expiação pelos pecados do povo de Deus. Entretanto, quando Jesus morreu, lemos que tudo isto foi mudado.
"E Jesus, chamando outra vez com grande voz, entregou o espírito. Eis que o véu do santuário se rasgou em duas partes, de alto a baixo: tremeu a terra, fenderam-se as rochas," - Mateus 27:50-51.
Quando Jesus morreu na cruz, Ele morreu para nos dar uma vez mais o acesso ao trono de Deus que a humanidade perdeu pelo pecado. Que maravilhosa oportunidade do cristão! Agora, pelo nome de Jesus, nós podemos chegar a Deus, não com medo e temendo que o julgamento de Deus caia sobre nós pelas nossas iniqüidades, mas com confiança e fé, sabendo que Jesus morreu para nos dar acesso a Deus. Jesus foi um tipo daquele sacerdote, Sumo Sacerdote do Velho Testamento, que entrava no Santo dos Santos uma vez por ano no dia da expiação.
"Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote que penetrou os céus, conservemos firmes a nossa confissão. Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, antes foi ele tentado em todas as cousas, à nossa semelhança, mas sem pecado. ACHEGUEMO-NOS, PORTANTO, CONFIANTEMENTE, JUNTO AO TRONO DA GRAÇA, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna" - Hebreus 4:14-16.
Quando Jesus, nosso Sumo Sacerdote, morreu na cruz, o véu no Templo foi rasgado. Deus o rasgou de cima a baixo e agora todos podemos entrar diretamente na presença de Deus, sem o véu separando o Pai:
"Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne, e tendo grande sacerdote sobre a casa de Deus, aproximemo-nos com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo os corações purificados de má consciência, e lavado o corpo com água pura" - Hebreus 10:19-22.
Vemos, por esta passagem da Bíblia, que através de Jesus Cristo, de Sua morte na cruz, somos impelidos a chegar ousadamente ao grande Deus dos céus e da terra, para que possamos receber graça para nos ajudar em tempo de necessidade. As bênçãos da Palavra de Deus são nossas através do nome de Jesus (Atos 4:12). Só Ele é a nossa fonte para Deus.
Numa lição anterior tivemos algumas das promessas através do nome de Jesus em oração. Vamos rever três delas aqui:
"E tudo quanto pedirdes em meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Filho" - João 14:13.
"Se me pedirdes alguma cousa em meu nome, eu o farei" - João 14:14.
"Respondeu-lhes Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" - João 14:6.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Persistência
Aqui está uma coisa que me intriga, e que vou comentar. Na parábola de Lucas 11:1 a 10, o homem recebe um amigo que o visita chegando de viagem, e ele foi, à meia noite, até um outro amigo para pedir comida por causa do que chegara de viagem: “Empresta-me três pães”. “Não!”, disse seu amigo. “Não me aborreça. Eu estou na cama; já estou sonolento; meus filhos estão dormindo. Não me faça despertar”. Contudo, por causa da PERSISTÊNCIA do homem, ele se levantou e lhe deu. E Cristo disse: “Essa persistência é o que conta”. É por isso que ele usou esta palavra no tempo gramatical que significa pedir insistentemente, buscar insistentemente, bater insistentemente (vs. 10). Aquele homem não se levantou por ser um amigo, mas o fez por causa da sua persistência.
Há uma força que pode provocar mudanças em nossas vidas, e nós vamos ter de usá-la, porque nossas vidas chegaram exatamente ao ponde onde temos de encontrar algumas respostas. O Senhor está nos ensinando que há algo que Ele honra, e essa coisa é a sua PERSISTÊNCIA com Ele. E mesmo se Deus não lhe atender por você ser Seu filho, crente e nascido de novo, Ele o fará porque você é persistente.
Você precisa ser persistente a respeito das coisas, se quiser que ela funcione para você. Peça, busque e bata insistentemente. Precisa existir em nosso ser um incômodo que Deus honre; precisa existir algo que Ele respeite. Em vez de Sua criação ser tão predisposta a choramingar: “Ah, Senhor, eu tenho tantos problemas” e no dia seguinte esquecer isso tudo que falou, Ele está buscando por alguém que dirá: “Eu não vou deixar esta coisa se perder. Eu sei onde estou, eu sei quais são meus privilégios no Senhor”. “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo...” (Efésios 1:3-6).
A fim de lhe convencer de que a primeira parábola – a parábola sobre o homem que foi a seu amigo pedindo alimento – era um princípio válido, Cristo citou outra parábola que ratifica a primeira. Ele perguntou: “Ora, se algum de vocês, pais, tivesse um filho que lhe pedisse um peixe, você lhe daria uma cobra? Ou se ele lhe pedisse um ovo, lhe daria um escorpião? Por isso não há de ser muito mias que seu Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que o pedirem?” (Lucas 11:11-13).
Deus ama você; Ele vai honrá-lo. Você é Seu filho. Quando você pedir algo, Ele não vai dar a coisa errada. Cristo estabeleceu o fundamento através dessa primeira parábola que diz que sua persistência vai conseguir a resposta. Assim, quando a obtiver, ela será a correta; o Pai não lhe dará uma coisa falsa.
Deus sabe que você cairá se não mantiver em movimento, por isso Ele estabelece um princípio de persistência. E, enquanto você está sendo persistente e perseguindo a coisa, você está também continuando a crescer e a fazer progresso; e você não terá quedas ou a sensação de falhas profundas em sua vida como teria se simplesmente “sentasse e esperasse” – o que é uma posição perigosa. No Reino de Deus há um paradoxo em que o homem que está em movimento é aquele que está mais seguro. Movendo-se, você estará imune. Nas estradas, o homem que está em movimento é aquele que corre mais perigo; considera-se que o homem que está parado no acostamento esteja numa posição mais segura do que aquele que está seguindo com o carro pela estrada. No Senhor isto não é verdade.
O homem que está parado é aquele que está com problemas; o homem que está se movendo é aquele que está mais seguro no que se refere às coisas de Deus. Seja persistente – mova-se; tente. Bata na porta – se ela não abrir, grite e acorde todo mundo. Faça alguma coisa.
Agarre esta mensagem e entenda que somos o remanescente de Deus, não importa o que sentimos e, ainda, que será a nossa persistência que concluirá a coisa. Eu quero inspirá-lo a entrar num fluxo de adoração e louvor, mas acima de tudo a entrar nesta oração violenta e persistente. Ela liberta as coisas e faz com que elas comecem a se mover.
Gostaria que você entendesse uma verdade que parece estar velada nas Escrituras e pode estar por detrás de alguns fatos que acontecem em seu caminhar com Deus. Você já percebeu que algumas vezes em que recebeu um NÃO de Deus, Ele apenas o fez para provar sua persistência e fé? Vou tentar explicar isto para você. O relato “da mulher Cananéia”, em Mateus 15:21-28, mostra o dilema de uma mulher que clamou a Cristo para libertar sua filha que estava endemoninhada. Jesus nem deu atenção àquela mulher, pois ela era cananéia. Por estar incomodando com sua insistência, os discípulos falaram para Jesus dispensá-la. Então Jesus disse dois NÂO a ela: “Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel, não vim para os cananeus... Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos”. Aquela mulher adorou o Senhor, humilhou-se e o texto descreve sua reação: “Ela, contudo, replicou: Sim, Senhor, porém os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos”. Então Jesus respondeu, afinal: “Ó mulher, grande é a tua FÉ! Faça-se contigo como queres. E desde aquele momento sua filha ficou sã”.
Há algo no caráter de um filho de Deus que precisamos aprender aqui. Lembra quando Eliseu queria seguir Elias além do Jordão para receber porção dobrada do Espírito? Tanto os discípulos dos profetas tentaram desanimá-lo, como o próprio Elias falou diversas vezes para Eliseu: “Fique aqui”. Mas Eliseu foi persistente e recebeu a porção dobrada do Espírito que havia sobre Elias e foi o seu sucessor. (2 Reis 2:1-14).
Caso Maria, a mãe de Jesus, tivesse aceitado o NÃO de seu filho, o milagre das bodas de Caná da Galiléia não teria acontecido. Maria não se intimidou com a resposta de Jesus: “Mulher... ainda não é chagada a minha hora”. Mesmo em vista desta resposta, Maria falou aos serventes: “Façam tudo o que Ele vos disser”. (João 2:1-12). E o milagre aconteceu...
Semelhantemente, quando Jacó lutava com o “homem” (enviado de Deus), por várias vezes este “homem” insistiu: “Deixa-me ir”. Mas Jacó persistiu em falar: “Não te deixarei ir, se me não abençoares”. Naquele dia o nome de Jacó fui mudado para Israel, pois como príncipe lutou com Deus e com os homens, e prevaleceu. Que o Espírito Santos nos ensine e desenvolva em nós este caráter de Príncipe.
Os filhos que herdam as promessas não aceitam um NÃO sem motivo. Eles são persistentes, insistentes, cheios de fé. Sem fé é impossível agradarmos a Deus. Deus honra esta persistência da fé. Os sinais, os prodígios e os poderes miraculosos seguem aos persistentes...
“Pois as credenciais do apostolado foram apresentadas no meio de vós,
com toda a persistência, por sinais, prodígios e poderes miraculosos”.
(2 Coríntios 12:12)
Em Lucas 17:20 e seguintes, Jesus vinha falando sobre a manifestação do Reino de Deus nestes dias do fim. Então, no capítulo 18, Ele conta mais uma parábola sobre o dever de orar sempre e com persistência, sem nunca esmorecer. Esta parábola é intitulada: “Parábola do juiz iníquo”, que conta da história de uma viúva que persiste até que a sua causa seja atendida. No final desta parábola Jesus deixa uma pergunta para nós respondermos: “Contudo, quando vier o Filho do homem, achará porventura fé na terra?”. Cabe a cada um de nós respondermos a esta pergunta.
Aqui está uma coisa que me intriga, e que vou comentar. Na parábola de Lucas 11:1 a 10, o homem recebe um amigo que o visita chegando de viagem, e ele foi, à meia noite, até um outro amigo para pedir comida por causa do que chegara de viagem: “Empresta-me três pães”. “Não!”, disse seu amigo. “Não me aborreça. Eu estou na cama; já estou sonolento; meus filhos estão dormindo. Não me faça despertar”. Contudo, por causa da PERSISTÊNCIA do homem, ele se levantou e lhe deu. E Cristo disse: “Essa persistência é o que conta”. É por isso que ele usou esta palavra no tempo gramatical que significa pedir insistentemente, buscar insistentemente, bater insistentemente (vs. 10). Aquele homem não se levantou por ser um amigo, mas o fez por causa da sua persistência.
Há uma força que pode provocar mudanças em nossas vidas, e nós vamos ter de usá-la, porque nossas vidas chegaram exatamente ao ponde onde temos de encontrar algumas respostas. O Senhor está nos ensinando que há algo que Ele honra, e essa coisa é a sua PERSISTÊNCIA com Ele. E mesmo se Deus não lhe atender por você ser Seu filho, crente e nascido de novo, Ele o fará porque você é persistente.
Você precisa ser persistente a respeito das coisas, se quiser que ela funcione para você. Peça, busque e bata insistentemente. Precisa existir em nosso ser um incômodo que Deus honre; precisa existir algo que Ele respeite. Em vez de Sua criação ser tão predisposta a choramingar: “Ah, Senhor, eu tenho tantos problemas” e no dia seguinte esquecer isso tudo que falou, Ele está buscando por alguém que dirá: “Eu não vou deixar esta coisa se perder. Eu sei onde estou, eu sei quais são meus privilégios no Senhor”. “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nos lugares celestiais em Cristo...” (Efésios 1:3-6).
A fim de lhe convencer de que a primeira parábola – a parábola sobre o homem que foi a seu amigo pedindo alimento – era um princípio válido, Cristo citou outra parábola que ratifica a primeira. Ele perguntou: “Ora, se algum de vocês, pais, tivesse um filho que lhe pedisse um peixe, você lhe daria uma cobra? Ou se ele lhe pedisse um ovo, lhe daria um escorpião? Por isso não há de ser muito mias que seu Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que o pedirem?” (Lucas 11:11-13).
Deus ama você; Ele vai honrá-lo. Você é Seu filho. Quando você pedir algo, Ele não vai dar a coisa errada. Cristo estabeleceu o fundamento através dessa primeira parábola que diz que sua persistência vai conseguir a resposta. Assim, quando a obtiver, ela será a correta; o Pai não lhe dará uma coisa falsa.
Deus sabe que você cairá se não mantiver em movimento, por isso Ele estabelece um princípio de persistência. E, enquanto você está sendo persistente e perseguindo a coisa, você está também continuando a crescer e a fazer progresso; e você não terá quedas ou a sensação de falhas profundas em sua vida como teria se simplesmente “sentasse e esperasse” – o que é uma posição perigosa. No Reino de Deus há um paradoxo em que o homem que está em movimento é aquele que está mais seguro. Movendo-se, você estará imune. Nas estradas, o homem que está em movimento é aquele que corre mais perigo; considera-se que o homem que está parado no acostamento esteja numa posição mais segura do que aquele que está seguindo com o carro pela estrada. No Senhor isto não é verdade.
O homem que está parado é aquele que está com problemas; o homem que está se movendo é aquele que está mais seguro no que se refere às coisas de Deus. Seja persistente – mova-se; tente. Bata na porta – se ela não abrir, grite e acorde todo mundo. Faça alguma coisa.
Agarre esta mensagem e entenda que somos o remanescente de Deus, não importa o que sentimos e, ainda, que será a nossa persistência que concluirá a coisa. Eu quero inspirá-lo a entrar num fluxo de adoração e louvor, mas acima de tudo a entrar nesta oração violenta e persistente. Ela liberta as coisas e faz com que elas comecem a se mover.
Gostaria que você entendesse uma verdade que parece estar velada nas Escrituras e pode estar por detrás de alguns fatos que acontecem em seu caminhar com Deus. Você já percebeu que algumas vezes em que recebeu um NÃO de Deus, Ele apenas o fez para provar sua persistência e fé? Vou tentar explicar isto para você. O relato “da mulher Cananéia”, em Mateus 15:21-28, mostra o dilema de uma mulher que clamou a Cristo para libertar sua filha que estava endemoninhada. Jesus nem deu atenção àquela mulher, pois ela era cananéia. Por estar incomodando com sua insistência, os discípulos falaram para Jesus dispensá-la. Então Jesus disse dois NÂO a ela: “Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel, não vim para os cananeus... Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos”. Aquela mulher adorou o Senhor, humilhou-se e o texto descreve sua reação: “Ela, contudo, replicou: Sim, Senhor, porém os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus donos”. Então Jesus respondeu, afinal: “Ó mulher, grande é a tua FÉ! Faça-se contigo como queres. E desde aquele momento sua filha ficou sã”.
Há algo no caráter de um filho de Deus que precisamos aprender aqui. Lembra quando Eliseu queria seguir Elias além do Jordão para receber porção dobrada do Espírito? Tanto os discípulos dos profetas tentaram desanimá-lo, como o próprio Elias falou diversas vezes para Eliseu: “Fique aqui”. Mas Eliseu foi persistente e recebeu a porção dobrada do Espírito que havia sobre Elias e foi o seu sucessor. (2 Reis 2:1-14).
Caso Maria, a mãe de Jesus, tivesse aceitado o NÃO de seu filho, o milagre das bodas de Caná da Galiléia não teria acontecido. Maria não se intimidou com a resposta de Jesus: “Mulher... ainda não é chagada a minha hora”. Mesmo em vista desta resposta, Maria falou aos serventes: “Façam tudo o que Ele vos disser”. (João 2:1-12). E o milagre aconteceu...
Semelhantemente, quando Jacó lutava com o “homem” (enviado de Deus), por várias vezes este “homem” insistiu: “Deixa-me ir”. Mas Jacó persistiu em falar: “Não te deixarei ir, se me não abençoares”. Naquele dia o nome de Jacó fui mudado para Israel, pois como príncipe lutou com Deus e com os homens, e prevaleceu. Que o Espírito Santos nos ensine e desenvolva em nós este caráter de Príncipe.
Os filhos que herdam as promessas não aceitam um NÃO sem motivo. Eles são persistentes, insistentes, cheios de fé. Sem fé é impossível agradarmos a Deus. Deus honra esta persistência da fé. Os sinais, os prodígios e os poderes miraculosos seguem aos persistentes...
“Pois as credenciais do apostolado foram apresentadas no meio de vós,
com toda a persistência, por sinais, prodígios e poderes miraculosos”.
(2 Coríntios 12:12)
Em Lucas 17:20 e seguintes, Jesus vinha falando sobre a manifestação do Reino de Deus nestes dias do fim. Então, no capítulo 18, Ele conta mais uma parábola sobre o dever de orar sempre e com persistência, sem nunca esmorecer. Esta parábola é intitulada: “Parábola do juiz iníquo”, que conta da história de uma viúva que persiste até que a sua causa seja atendida. No final desta parábola Jesus deixa uma pergunta para nós respondermos: “Contudo, quando vier o Filho do homem, achará porventura fé na terra?”. Cabe a cada um de nós respondermos a esta pergunta.
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